segunda-feira, 13 de junho de 2011

Reunião de Grupo (13/06): Vídeo Para o Meadd

Gravando o Vídeo para o Meadd !

    Hoje na reunião de IC debatemos sobre os detalhes finais da apresentação a energia nuclear no Japão aos primeiros anos, o slide que vamos utilizar fico muito legal. Depois colocaremos aqui. O grupo de apresentação é formado por:
Componentes/Tema
Marco - Bomba de Hiroshima e Nagasaki no Japão
Hévila - O que é Energia Nuclear?
Uanderson - Acidente Nuclear de Fukushima
Elisandra - Funcionamento de uma Usina Nuclear
Bianca Soares - Energia Nuclear: É Boa ou Ruim?
Milena - Aspectos Postivos e Negativos da Energia Nuclear

Auxiliares: Stéphanie e Maryanna

     Além disso foi planejado as atividades proposta para os subgrupos, cada subgrupo está desenvolvendo uma atividade particular sobre o projeto. Estas tarefas serão os próximos passos do projeto, ainda não podemos falar muito. A reunião fico por conta também da atividade da professora Lina sobre os pensadores e organização para a nossa pesquisa de campo para o 3º bimestre letivo.  Essa semana fica por coisa da nossa segunda prática (apresentação sobre energia nuclear). Gravamos também um vídeo para por no nosso Meadd, ficou muito divertido. Confira:

                               

Ninguém viu a Kelly se escondendo. kkkkkkkkkkkk
Visite Nosso Meadd:
ではまた来週 !
Até Semana que vem !

Exposição traz fotos inéditas de Hiroshima após explosão de bomba atômica



DA BBC BRASIL
Por Folha Online

Um museu americano, o Institute of International Photography, está apresentando imagens inéditas de Hiroshima, no Japão, colhidas após a explosão da bomba atômica lançada por forças americanas no final da Segunda Guerra, em 1945.

Logo após o bombardeio, o governo do presidente
Harry Truman restringiu a circulação de
imagens como a foto acima,
que mostra uma escola de Hiroshima em ruínas.
Encomendadas pelo governo americano logo após o bombardeio da cidade, em 6 de agosto de 1945, as imagens nunca haviam sido divulgadas. A coleção de fotos na exposição "Hiroshima: Ground Zero 1945" dá uma ideia da dimensão da destruição deixada pela explosão, que matou mais de 140 mil pessoas.

Segundo os curadores da exposição, elas são um testemunho da primeira vez em que uma bomba nuclear foi usada contra uma cidade.

CONFIDENCIAL

Logo após o bombardeio, o governo do presidente Harry Truman restringiu a circulação de imagens de Hiroshima nos Estados Unidos. No entanto, Truman criou a unidade de Pesquisa Estratégica de Bombardeio dos Estados Unidos, formada por civis e militares, para estudar o alcance da devastação na cidade japonesa.

A Divisão de Danos Físicos do grupo registrou o impacto da explosão nos edifícios e materiais de construção em Hiroshima. A partir da análise destas fotos, o governo americano esperava desenvolver projetos arquitetônicos de defesa civil para o país. Mais de 1.100 imagens foram feitas a pedido do governo e cerca de 800 foram incluídas em um relatório confidencial de 1947 sobre os efeitos da bomba atômica.

Posteriormente, as descobertas da expedição foram usadas por arquitetos e engenheiros civis americanos na construção de abrigos antibombas. O museu exibirá 60 fotos de sua coleção e o relatório feito em 1947. A exposição "Hiroshima: Ground Zero 1945" pode ser vista até 28 de agosto, em Nova York.


Confira Algumas Imagem:

Um museu americano revela imagens inéditas de Hiroshima, no Japão, após a explosão da bomba atômica, na exposição "Hiroshima: Ground Zero 1945". Na foto, a estrutura de aço retorcida da loja Odamasa

As fotografias eram guardadas por Robert Corsbie, ex-funcionário da unidade de pesquisa que trabalhou para a Comissão de Energia Atômica dos EUA. Acima, a vista de um telhado na região sudoeste da cidade

A mostra terá 60 fotos da coleção do museu e o relatório feito em 1947. Na imagem, uma escada de aço da livraria Asano, em Hiroshima, retorcida pelo calor dos livros queimados
QUER CONTINAR VENDO AS IMAGENS? CLIQUE EM "MAIS INFORMAÇÕES" LOGO ABAIXO

domingo, 12 de junho de 2011

FOTO: Cachorro Chama a Atenção em Passeata Contra a Energia Nuclear no Japão

Com lenço em volta do pescoço, cão participa de manifestação antinuclear em Tóquio (11/6/11)Toru Yamanaka/AFP

Saiba quais são os esportes tracionais japoneses e suas principais técnicas


Sumô, uma tradicional luta japonesa

    No Japão o esporte e bastante valorizado para eles o esporte desenvolve a disciplina, a formação do caráter e incentiva o espírito esportivo, tanto que o governo faz constantes investimentos em infra-estruturas de ginásios esportivos, equipamentos e instrutores, e graças a esses investimentos o Japão tem conseguido resultados positivos nos Jogos Olímpicos.

    Diversos esportes são praticados no Japão, dentre eles estão os esportes tradicionais, que em sua maioria são os de autodefesa, tais com o Judô – que e um esporte de autodefesa, a técnica fundamental do judô e utilizar a força do oponente contra ele mesmo. O Karatê – que e outra arte de autodefesa a mão desarmada, veio da China e a arte de golpear o adversário com as mãos e os pés. Os graduados conseguem quebrar de10 a 15 telhas ou 5 tabuas com um só golpe com o punho sem proteção. O Kendo – que e a esgrima japonesa, os praticantes usam mascaras e roupas de proteção utilizam golpes de ataque e contra-ataque com espadas de bambu, para derrotar o adversário. E o Sumô, que e uma tradicional luta japonesa.

    Há também os esportes internacionais que são o Beisebol, o Golfe, o Futebol e o Esqui. Snowboard, Patinação no Gelo, e o Automobilismo como o super GT e a formula Nippon hoje são bastante populares em quase todo o país.

Os japoneses apreciam muito os esportes, tanto como espectadores como praticantes.

Texto: Mayara Cristina, integrante do grupo.
Matéria presente no Referencial Teórico do projeto.

sábado, 11 de junho de 2011

Qual a Diferença Entre Animes e Mangás? Confira !


Naruto

     A maior dúvida da população quando falamos em Animes e em Mangás, é exatamente a diferença entre os dois. A pergunta mais frequente chegada até nós é a seguinte ''animes e Mangás, são ou não a mesma coisa? E se não forem, qual a diferença entre eles? ''. De acordo com a sociedade japonesa, anime é qualquer desenho animado seja ele estrangeiro ou nacional. Para os ocidentais, anime é todo desenho anima que seja produzido no Japão. Já os Mangás, são histórias em quadrinhos feitas no estilo Japonês, olhos grandes e definidos, cheios de brilho, redondos ou rasgados, são características marcantes dos animes e dos Mangás. E a relação entre esses dois sucessos japoneses, é que a maioria dos animes, tem sua versão em mangá.

Cavaleiros do Zodíaco

     Segundo uma pesquisa popular feita pelo site Yahoo, o Anime, e também Mangá, mais conhecido mundialmente, é o “Cavaleiros do Zodíaco”. Uma série japonesa de grande sucesso no mundo na década de 1990, no qual conta a história de jovens guerreiros guiados pelas constelações, protetores da deusa da sabedoria. Essa série foi a grande responsável pela divulgação dos Animes aqui no Brasil.

     Em Brasília, assim como em todo o Brasil, existem muitos eventos para divulgar a cultura nipônica. Um dos eventos mais famosos e mais esperados pelos amantes dessa cultura é o Kodama, aonde reúne uma quantidade de jovens e fãs de animes e mangás, vestidos dos seus personagens prediletos.

Texto: Hévila Rodrigues, integrante do grupo.
Matéria presente no Referencial Teórico do projeto

Japão homenageia vítimas três meses após terremoto


Três meses depois do terremoto e do posterior tsunami que assolou o nordeste do Japão, várias cidades lembraram neste sábado (11) os 23.639 mortos e desaparecidos do desastre em meio a chamadas para que a reconstrução do país seja acelerada Toru Yamanaka/AFP
EFE
UOL Notícias

Três meses depois do terremoto e do posterior tsunami que assolou o nordeste do Japão, várias cidades lembraram neste sábado os 23.639 mortos e desaparecidos do desastre em meio a chamadas para que a reconstrução do país seja acelerada.

Na cidade de Ishinomaki, na província de Miyagi e uma das mais afetadas pela tragédia, residentes e voluntários alçaram cerca de dois mil estandartes enviados por todo o país em memória das vítimas.

Nesta mesma cidade, os pescadores e trabalhadores portuários lembraram seus companheiros falecidos com um minuto de silêncio entre as tarefas de reconstrução do porto, informou a cadeia pública "NHK".

Em Yamada, na província de Iwate, o prefeito enviou uma mensagem a todos seus cidadãos através dos alto-falantes de emergência para encorajá-los a "seguirem juntos" na recuperação.

Três meses depois do terremoto de 9 graus na escala Richter de 11 de março, mais de 90 mil pessoas ainda vivem em abrigos, já que só foram construídas 28 mil das 52 mil casas temporárias previstas pelo Governo.

Além disso, muitos dos evacuados rejeitaram se mudar para essas casas alegando que nelas carecem dos serviços básicos necessários, ao contrário do que ocorre nos centros de voluntários.

Segundo uma enquete divulgada neste sábado pela "NHK", 77% dos 500 evacuados das zonas afetadas ouvidos acreditam que a reconstrução não progride ou que é realizada sem a rapidez necessária.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Foto: Confira a abrangência do tsunami no globo terrestre

Reconstituição do tsunami do dia 11/3 baseada em imagens tiradas por satélite: display de 6m no Museu da Ciência de Odaiba (Tokyo)

FIlme Brasileiro Contará Como Foi a Chegada dos Imigrantes Japoneses no Brasil

Filme aborda o conflito entre imigrantes japoneses no Brasil no pós-guerra


Filme é baseado no livro de Fernando Morais
Texto: Made In Japan
 
    O filme Corações Sujos, baseado no livro homônimo de Fernando Morais, conta no cinema a história do conflito entre imigrantes japoneses após o fim da Segunda Guerra Mundial.

    Na época, um grupo não acreditava na derrota do Japão na guerra. Eram os chamados “vitoristas” (kachi gumi). Foi formada a Shindo Renmei, associação que promovia propaganda a favor do Império Japonês e perseguia os make gumi – como eram chamadas as pessoas que aceitaram que o Japão havia sido vencido.

     O longa-metragem conta com atores japoneses e brasileiros, incluindo nipo-descendentes. A direção é de Vicente Amorim.

    No elenco japonês, estão Tsuyoshi Ihara (de Cartas de Iwo Jima), Shun Sugata (O Último Samurai), Kimiko Yo (A Partida), Eiji Okuda (Sob o Olhar do Mar) e Takako Tokiwa (20th Century Boys). No elenco brasileiro, o papel principal é de Eduardo Moscovis, consagrado ator de filmes e novelas.

    A seguir, veja o primeiro teaser trailer do filme Corações Sujos, que se encontra em fase de pós-produção e deve estrear ainda em 2011

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Panasonic planeja cidade ecologicamente amigável no Japão

Projeto envolve casas equipadas com painéis solares e baterias de armazenamento


A previsão de inauguração da Fujisawa SST é março de 2014
Texto: Made In Japan

     A Panasonic, em parceria com um grupo de empresas e com a cidade de Fujisawa, anunciou o projeto de uma cidade ecologicamente amigável, chamada Fujisawa SST (Sustainable Smart Town).

     Segundo o jornal Asahi, o investimento será de 60 bilhões de ienes (R$ 1 bilhão) para a construção em um terreno de 190 mil metros quadrados, onde anteriormente funcionava uma fábrica da Panasonic em Fujisawa, na província de Kanagawa, a 50 km de Tóquio.

     De acordo com o plano, a inauguração da Fujisawa SST deve acontecer no fim de março de 2014, com cerca de mil residências equipadas com painéis solares, baterias de armazenamento e outras soluções de economia de energia. A ideia também abrange o uso dessa tecnologia em áreas públicas e outras instalações.

    As empresas participantes do projeto são Panasonic, PanaHome, Accenture, Orix, Nihon Sekkei, Sumitomo, Tokyo Gas, Mitsui Fudosan e Mitsui, além da cidade de Fujisawa.


Veja o Vídeo:


                      
  O que você achou da ideia? Comente!

Você conhece os costumes japoneses? Confira:

Sociedade Japonesa

     Os costumes Japoneses podem aparentar ser para os brasileiros um tanto quanto estranho, e já para o Japão eles nos consideram um tanto absurdos e incompreensíveis.

     Em relação a afetividade em chamar as pessoas lá , eles se tratam apenas pelo sobrenome e usando antes o sufixo san , que na linguagem deles quer dizer senhor ou senhorita , e para usar apelidos é permitido apenas com a autorização do mesmo. Um outro ponto fundamental para um Japonês é a reverência, isso se da um sinal de respeito, e é ensinado desde cedo nas escolas japoneses, para os turista apenas uma inclinação já mostra aos acolhedores seu sinal de respeito.

    Durante um jantar formal ou não, é educado esperar até que alguém tome liderança e diga "kampai!" (brinde), não diga tim-tim , pois para eles seguinifica “pintinho” uma gíria usada pelos meninos.

    Eles não aceitam gorjeta, pois isso . poderá soar como uma insulto, pois se o preço já esta sendo cobrado justo, qual o por que de querer pagar mais, lá eles são vamos se dizer “ um pouco sensíveis” qualquer mínima coisa pode soar como um insulto.

     Em alguns restaurantes japoneses , é praticamente obrigatório o uso de Hashi, “pauzinho” oriental usado para a alimentação como se fosse talheres.

     Os japoneses se preocupam muito com a higiene da casa por isso, na maioria das casas no Japão existe o limite da soleira da porta , onde os visitantes deixam o seu calçado e logo mais perto vai estar uma sandália para se usada nas extremidades da casa, não é permitido pisar no tatame de chinelos, é preciso tira-los. E no banheiro também têm outra sandália para ser usada somente lá. Eles acreditam que tanto as impurezas das ruas quanto a impurezas do banheiro podem lhe prejudicar ( e pensando por esse lado estão mais do que certos ).

     Em cidades tanto metropolitanas quanto pequenas cidades afastadas existem até hoje os banhos coletivos, onde eles ficam submersos em uma água bem quente, japoneses garantem que são muito relaxantes, e esse “ritual” até hoje acontece com muita freqüência no Japão.

Texto: Maryanna Carvalho, integrante do grupo.
Matéria presente no Referencial Teórico do projeto

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Provérbio Japonês: Convívio

Ideograma Japonês da palavra "Convívio"

"Se quiser conhecer um cavalo, monte nele; se quiser conhecer uma pessoa, conviva com ela."

Moral: Este provérbio diz respeito ao "falar sem saber", não tenha preconceito (conceito prévio). Antes de falar de alguém conviva com ela e tire cliclês de sua mente.

Culinária Japonesa: Uma gastronomia apreciada em todo o mundo

Sushi, um dos pratos mais famosos no mundo

    A culinária japonesa é basicamente composta por arroz branco, a refeição só é completa quando acompanhada por outros complementos peixes, carnes, legumes e conservas- estes são conhecidos como: okazu. É sempre utilizado uma espécie de talher diferente chamado: hashi.

     As refeições sempre recebem nomes diferentes dependendo do tipo de acompanhamento que o arroz recebe – o café da manhã normalmente é constituído de misso shiru que é uma sopa de pasta de soja, arroz e algum legume em conserva. A refeição mais comum é o ichijū-sansai constituído por uma sopa, arroz e três acompanhamentos. O Ichijū-sansai normalmente se encerra com conservas como o umeboshi e chá verde.

     Como o Japão é uma nação insular, seu povo consome muitos frutos do mar, além de peixe e outros produtos marinhos (como algas). Mesmo não sendo conhecido como um país que come muita carne, poucos japoneses se consideram vegetarianos. Carne e galinha são comumente inseridos na culinária do cotidiano.


Hashi

     O macarrão, originado na China, também é uma parte essencial da culinária japonesa. Existem dois tipos tradicionais de macarrão, o soba e udon. Considerá-se que não se pode fazer uma comida autêntica japonesa sem o tradicional molho shōyu (composto basicamente por soja), miso e o dashi.

     Alguns lugares ainda são consomem insetos apesar de serem bem rarefeitos. Consomem: gafanhotos, lavas de abelha. Em alguns outros lugares se consomem lagartos.

Pratos para ocasiões especiais

Para a culinária japonesa alguns pratos estão ligados fortemente a ocasiões especiais:
Mosh: utilizado no festival de Mochitsuki Okotania - que acontece na passagem de ano. Osechi utilizado no Ano Novo. Hamo e Somen utilizado no festival de Gion. Sekihan utilizado em celebrações gerais e a Soba utilizada na véspera do ano novo.

Texto: Milena Araújo, componente do grupo.
Matéria presente no Referencial Teórico do projeto

terça-feira, 7 de junho de 2011

Escola Pública no Japão x Escola Pública no Brasil :

      Veja esse vídeo de uma matéria feita pelo apresentador Serginho Groisman para o seu programa na Rede Globo, Altas Horas. Nessa reportágem ele mostra uma escola pública no Japão e fala os contrastes com uma escola pública brasileira. É interessante perceber como é a educação em um país desenvolvido, é uma exemplo de como teria que ser no Brasil. Por que não temos igual? Acontece que o que temos é o reflexo do governo corrompido que do Brasil.

      A nossa escola: Centro de Ensino Médio 01 de Brazlândia. É considerada uma das melhores do DF, nossos professores são ótimos e nos propõe um bom curso de ensino médio. Uma mostra disso é o projeto Integrando as Ciência (IC), aonde os alunos podem ir em busca de conhecimento. O que falta na nossa escola é recurso, nossos laboratórios são conservados, entre tanto, não temos material para utiliza-los.

Texto: Marco Aurélio - Coordenador do Projeto

Confira o vídeo:



E agora? O que você acha do Japão como nação desenvolvida? O Brasil também pode !

Conheça os Aspectos Geográficos do Japão:

Placas Tectônicas do Japão

Geografia do Japão

O arquipélago japonês, esta localizado na costa oriental do continente asiático e se estende por cerca de 3.800 quilômetros de comprimento. Consiste em 4 ilhas principais: Honshu, Hokkaido, Kyushu e Shikoku.

O clima

O Japão se encontra na zona temperada e na região de clima de monções. Sofre com grandes massas de ar carregadas de umidade, e as chuvas abundantes e o clima temperado produzem vegetação rica que favorece a agricultura. Suas quatro estações são bem definidas.

Vegetação

A vegetação predominante no Japão são as florestas, que cobrem grande parte das regiões montanhosas do país. Cerca de 57% do seu território japonês é coberto por florestas.

Hidrografia

Os cursos fluviais são de pequeno porte, mas se tem água em abundância.


O Monte Fuji (富士山 Fuji-san)
é a mais alta montanha de  todo o Japão
 e a 35ª mais alta do mundo

Relevo

No Japão é predominante o domínio de dobramentos modernos, que ocupam grande parte do país e pó uma intensa atividade vulcânica. Hoje no Japão existem 67 vulcões ativos e latentes.

O Japão esta localizado entre três placas tectônicas, isso ajuda a explicar a freqüência com que o país sofre abalos sísmicos e a magnitude elevada.

As placas tectônicas são blocos rochosos, alguns de dimensões continentais, que dão sustentação à superfície da Terra. Cada placa resulta de "colagens" de placas anteriores, formadas há milhões de anos. Por isso, sua formação é cheia de falhas. E é essa movimentação das falhas que provoca terremotos. Podem causar também deslizamentos de terra, tsunamis e até mudanças na rotação do planeta.

A tecnologia dos prédios do Japão

Os prédios são construídos com alta tecnologia de engenharia civil desenvolvida há anos pelos japoneses para minimizar os prejuízos e mortes causados pelos desastres naturais. Nas suas construções são usada suspensão no alicerce que amortece a tremedeira, paredes com amortecedores que evita que o prédio entre em ressonância durante o terremoto, e peso que cancela movimentos instalados no topo que compensa as oscilações do edifício.

Texto: Tulyo Félix, membro do grupo.
Matéria presente no Referencial Teórico do Projeto

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Reunião de Grupo (06/06) Avaliação Bimestral e Entrega do Referencial Teórico

    Hoje tivemos nossa reunião de grupo, nela debatemos sobre o projeto como sempre e avaliamos uns aos outros. De maneira correta e sincera debatemos o andamento de cada componente do grupo. Mas não ficamos somente na avaliação, temos muitos a ser feito, então não podemos perder tempo. Não podemos contar muito, mas uma coisa é certa: Vai Ficar Legal !

    Entregamos também o nosso referencial teórico, durante essa semana vocês poderão está vendo alguns dos textos feito pelo grupo postados aqui no blog. Com certeza vamos tirar nota boa, ficamos o bimestre todo planejando isso. É bom notar que o grupo se empenha no projeto !

Enfim, segue abaixo a programação de postagens do blog durante essa semana:

Segunda - Uanderson : Imigração Japonesa no Brasil
Terça - Tulyo: Aspectos Geográficos do Japão
Quarta - Milena: Culinária Japonesa
Quinta - Maryanna: Principais Costumes do Japão
Sexta- Reservado para uma postagem sobre um filme brasileiro sobre a Imigração Japonesa no Brasil.
Sábado - Hévila: Animes e Mangás
Domingo - Mayara: Esportes

Semana que bem postamos o término do referencial teórico, até mais !

Saiba como aconteceu a Imigração Japonesa no Brasil :




Japoneses Chegando ao Brasil

     No ano de 2008, comemorou-se aqui no Brasil 100 anos da imigração japonesa. Tudo se iniciou em 18 de junho de 1908, quando chegou ao porto de santos o navio Kasato Maru, que trouxe 165 famílias de japoneses.

     Segundo o site oficial do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, os motivos que se deram essa imigração são simples. O Brasil precisava de mão-de-obra estrangeira para as lavouras de café, enquanto o Japão estava em grande crescimento populacional. A economia nipônica não conseguia gerar empregos necessários para toda população, então, para suprir as necessidades de ambos os países, foi selado um acordo imigratório entre o governo brasileiro e japonês.

    O começo da imigração foi um período difícil, pois os japoneses se depararam com muitas dificuldades. A língua diferente, os costumes, a religião, o clima, a alimentação e até mesmo o preconceito tornaram-se barreiras à integração dos nipônicos aqui no Brasil. Muitas famílias tentavam retornar ao país de origem, porém, eram impedidas pelos fazendeiros, que as obrigavam a cumprir o contrato de trabalho, que geralmente era desfavorável aos japoneses. Mesmo assim, eles venceram estes problemas e prosperam. Embora a ideia inicial da maioria fosse retornar para a terra natal, muitos optaram por fazer a vida em solo brasileiro obtendo grande sucesso.

    A maioria dos imigrantes japoneses tinha a pretensão de enriquecer no Brasil e voltar ao Japão em, no máximo, três anos. O enriquecimento rápido em terras brasileiras, porém, mostrou-se um sonho quase impossível. Além dos baixos salários, os imigrantes ainda tinham descontado do pagamento a passagem e precisavam comprar tudo o que consumiam do fazendeiro para quem trabalhavam. Em pouco tempo estavam endividados.

     Atualmente, o Brasil tem a maior população japonesa fora do Japão. São cerca de 1,5 milhão de pessoas, das quais, aproximadamente 1 milhão vivem no Estado de São Paulo. Atualmente, a colônia japonesa no Brasil está dividida em:

• Isseis (japoneses de primeira geração, nascidos no Japão): 13%.
• Nisseis (filhos de japoneses): 31%
• Sanseis (netos de japoneses): 41%;
• Yonseis (bisnetos de japoneses): 13%

        Além do Estado de São Paulo, a colônia japonesa também tem forte presença nos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul, Brasília e Pará.

-> Em Brasília existem vários pontos que são referências à população japonesa, como: restaurantes japoneses, jardim japonês de Brasília, associações nipo-brasileiras (7 ao todo), templos budistas, cursos e escolas de japonês, embaixada oficial do Japão entre outros.

-> Em Brazlândia-DF acontece a Festa do Morango, uma tradicional festa agrícola. Este evento tem como principal objetivo arrecadar capital para as famílias nipônicas com a venda dos morangos. Os japoneses são os maiores produtores de morango do Centro-oeste.

Texto: Uanderson Cavalvante, membro do grupo.
Presente no Referencial Teórico do projeto

domingo, 5 de junho de 2011

Japoneses mudam hábitos para economizar energia no verão

Depois do acidente na usina nuclear de Fukushima, o país não consegue produzir toda a energia que consome.

Com informações do portal G1 (Bom dia Brasil)

    No Japão, o verão vai ser bem diferente este ano. Os japoneses estão mudando de roupa e de hábitos. Tiraram o terno, apagaram as luzes e desligaram o ar-condicionado.

     Terno escuro, sóbrio: é o uniforme nacional dos japoneses para trabalhar, mas há outro para economizar energia na prefeitura de Chigasaki, nos arredores de Tóquio. Os funcionários foram autorizados a usar camisas havaianas porque o ar condicionado foi desligado. Também tem menos luz. Várias lâmpadas foram retiradas.

     Um funcionário explica que o objetivo é economizar 15% de energia. Por isso, ninguém estranha a nova moda na repartição. Os capacetes sobre as mesas são por segurança contra terremotos e um lembrete dos motivos da economia.

     Depois do acidente na usina nuclear de Fukushima, o Japão não consegue produzir toda a energia que consome. O governo quer aumentar a energia renovável e estuda um plano obrigar todos os prédios e casas construídos daqui para frente a seguir o exemplo de uma rua, que instalou painéis solares.

     Ninguém precisa usar uma roupa extravagante, basta tirar a gravata e o casaco do terno para participar da campanha. Para quem ainda estiver sentindo calor, as lojas estão cheias de produtos que prometem refrescar o corpo, como camisetas e meias, que vêm com uma função, muito importante para quem vai passar o verão sem ar condicionado: ajudam a combater o mau cheiro.

     É a nanotecnologia, que lida com partículas tão pequenas que não aparecem em um microscópio, e transforma os tecidos em filtros que absorvem o suor e eliminam os odores indesejáveis. Só uma loja tem mais de 40 produtos, como gel que refresca a pele e travesseiro refrigerado.

     Os japoneses ainda têm que fazer mais exercício: escadas rolantes foram desligadas. Os painéis eletrônicos ainda acesos informam o nível de consumo: estava em 73% da energia disponível. Sinal de que os japoneses levam a sério a campanha, que está deixando o país mais escuro, quente, mas também mais colorido.

sábado, 4 de junho de 2011

Premiê do Japão pode deixar o cargo antes de setembro

Primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan.
      O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, pode deixar o cargo antes de setembro, disse hoje o secretário-chefe do gabinete do governo, Yukio Edano. "Relatos da mídia fazem parecer que Kan quer ficar por mais tempo, mas tenho certeza que esta não é sua intenção", disse Edano.

      No início do dia, em entrevista a um programa de televisão local, Edano já tinha afirmado que Kan não comparecerá à reunião de cúpula EUA-Japão, em setembro.

      Na quinta-feira, o primeiro-ministro japonês sobreviveu a uma moção de censura apresentada pela oposição contra sua gestão da crise gerada pelo terremoto e tsunami de 11 de março. A Câmara Baixa do Parlamento do Japão rejeitou a moção por 293 votos a 152. Se aprovada, culminaria com a dissolução do governo e a convocação de eleições.

      Agora, o foco do debate político no país mudou para o momento provável da renúncia de Kan. Ele mesmo já insinuou sua pretensão de ficar no cargo até que a planta nuclear Daiichi, em Fukushima, seja desligada, ou seja, até 2012.

      Mas, de acordo com relatos da mídia japonesa, Edano disse que este não seria um critério para a partida do premiê, e que Kan não pretende ficar muito tempo. Se isso se confirmar, Kan, que assumiu há apenas um ano, será o quinto premiê japonês seguido a deixar o cargo antes do fim do mandato. As informações são da Dow Jones.

Com informações da Agência Estado
 Paraná Online

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Temor por acidente no Japão faz Alemanha planejar fim de energia nuclear até 2022

Milhares de pessoas fizeram protestos
em várias cidades alemãs, exigindo um fim rápido para usar
o país de energia atômica. Milhares de pessoas têm demonstrado por
toda a Alemanha, exigindo um fim rápido para o uso da energia atômica
Por Folhapress

     A Alemanha está prestes a anunciar plano para pôr fim definitivo ao uso de energia nuclear até 2022, no que está sendo chamado no país de uma "virada energética''.  Cerca de 22% da energia produzida no país é de origem nuclear. A mudança começou a ser discutida após o acidente nuclear no Japão.

     Na época, a chanceler (premiê) Angela Merkel ordenou que as sete usinas mais antigas tivessem atividades congeladas por três meses -a moratória vence em 15 de junho. Determinou ainda a criação de duas comissões para avaliar instalações e políticas nucleares. Com base nos resultados, o gabinete apresentará a nova regulação energética, o que deve ocorrer na primeira semana de junho.

    Trata-se de uma reversão da posição da chanceler. Em 2010, após acalorado debate, seu governo decidira prolongar a vida útil das usinas mais antigas. Agora, pesou-lhe o temor de derrota nas próximas eleições estaduais. Em março, após o desastre no Japão, Merkel perdeu o pleito em Baden-Württemberg, que seu partido vinha governando desde 1953.

     A Comissão Ética divulgará na próxima semana suas recomendações. Mas um rascunho do relatório que vazou recomenda o abandono da energia nuclear em dez anos. Já a Comissão de Segurança dos Reatores, após avaliação das 17 usinas, concluiu que, embora não resistam à queda de um avião de grande porte, a situação é boa.

      "A decisão é importante. Mas outras medidas,como expandir a energia renovável, são necessárias'', diz Hans-Joachim Ziesing, analista do Instituto Ecológico, que participa das discussões.  Especialistas estimam que será necessário impulso sem precedente para tornar os recursos renováveis suficientes. E questionam o aumento da participação do gás natural e do carvão no perfil energético, o que resultaria em uma Alemanha "mais suja''.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Provérbio Japonês: Dinheiro

"Ganhar dinheiro é como cavar com um alfinete na areia, perder dinheiro é como jogar água na areia."

Moral: Esse provérbio mostra o dilema da vida em conseguir ganhar dinheiro. Ganhar é difícil, perder é muito fácil.

Ponte JK de Brasília teria sido inspirada pela passarela do Aquário Público de Nagóia no Japão


        Todos sabem que a relação do ex-presidente Juscelino Kubitschek com o Japão era muito amigável, a imigração japonesa em Brasília aconteceu em seu governo. A relação de Brasília com o Japão não para por aí, a uma relação muito grande entre a ponte JK da nossa cidade com a passarela do Aquário Público de Nagóya no JAPÃO. Se foi inspiração ninguém sabe, mas até a localidade das duas tem relação. As pontes estão exatamente opostas uma da outra em 180 graus no globo terrestre.

Confira Imagens e tire você mesmo suas conclusões:

Brasília, ponte JK
Nagóia, passarela do Aquário Público

Uma coisa é certa: A ponte JK é muito mais elegânte e bonita, se foi inspiração ... foi bem feita.
Clique na Imagem para continuar vendo a postagem!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Como o Japão conseguiu se reerguer após a Segunda Guerra Mundial ?

   
Determinacao da nacão em progredir. O Japão, antes da guerra, investiu pesado em educação...tanto que a maioria dos imigrantes que vieram pra cá eram formados: médicos, dentistas etc.
Segunda Guerra Mundial
     Depois da guerra eles receberam uma ajuda muito grande dos EUA, um Plano Marshall do oriente, pra frear o comunismo. Eles investiram e se desenvolveram, com mão-de-obra qualificada e educação de primeira ficou mais fácil. O Japão como nenhum outro país investiu absurdamente em uma simples aréa : TECNOLOGIA. Soube utilizar os aportes financeiros do Estados Unidos, no após guerra e aliado a sólida observância as leis e tradição milenar, alicerçada no nivel cultural da população, transformam a Nação do sol nascente, em potência internacional. Povo de garra e tradição.

     Durante alguns anos após a derrota japonesa na Segunda Guerra Mundial, a economia da nação ficou quase totalmente paralisada em virtude da destruição causada pela guerra, com uma séria escassez de alimentos, uma inflação descontrolada e um agressivo mercado negro. A nação perdeu todos os seus territórios de além-mar e a população ultrapassou a marca dos 80 milhões de habitantes, com o acréscimo de cerca de seis milhões de repatriados do exterior. Fábricas foram destruídas pelo fogo dos ataques aéreos. A demanda interna caíra com a cessação das encomendas militares e o comércio exterior era restrito pelas forças de ocupação. Mas o povo japonês começou a reconstruir a economia devastada pela guerra, auxiliado no início pela ajuda à reabilitação dos Estados Unidos. Em 1951, o Produto Nacional Bruto foi recuperado ao nível de 1934-36. O crescimento populacional inibiu a recuperação da renda per capita da nação, mas em 1954 esse indicador também recobrou o nível de 1934-36 em termos reais. O pessoal militar desmobilizado e os civis desconvocados juntaram-se ao mercado de trabalho proporcionando uma larga oferta de trabalhadores para a reconstrução econômica no início do período do pós-guerra.

      Várias reformas sociais realizadas após a guerra ajudaram a moldar uma estrutura básica para o subsequente desenvolvimento econômico. A desmilitarização do pós-guerra e a proibição de rearmamento estabelecidas pela nova Constituição eliminaram o pesado ônus provocado pelos gastos militares sobre os recursos econômicos da nação. A dissolução dos Zaibatsu (enormes monopólios empresariais) libertou as forças da livre concorrência, e a propriedade da terra cultivável foi redistribuída em grande quantidade entre os antigos arrendatários agricultores, dando-se a eles novos incentivos para a melhoria de seus lotes. Também foram removidos os obstáculos às atividades sindicais, tendo como resultado o fato de a segurança de emprego dos trabalhadores tornar-se mais protegida e abriu-se o caminho para o aumento constante dos níveis salariais.

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Fukushima vai encarecer programa nuclear do Brasil, diz superintendente

Usina Nuclear de Angra dos Reis no Brasil


Desastre no Japão fará país reforçar estruturas de nova usina e laboratório. Reator nuclear desenvolvido pela Marinha também custará mais ao governo.

Eduardo Carvalho

Do Globo Natureza, em São Paulo

      Os investimentos voltados para a construção de usinas nucleares e o desenvolvimento de um reator com tecnologia nacional devem ficar mais altos devido ao reforço na segurança estrutural em complexos voltados para esse tipo de matriz energética.

       Isso deve afetar a construção da usina de Angra 3, em Angra dos Reis (RJ), e do Labgene (Laboratório de Geração Núcleo Elétrico), da Marinha, que fica no complexo militar de Aramar, em Iperó (SP), onde existem testes para criar o primeiro reator nuclear 100% nacional.

       A informação foi divulgada nesta quarta-feira (25) pelo Contra-Almirante da Marinha do Brasil, Luciano Pagano Júnior, superintendente do programa nuclear da instituição. Em entrevista ao Globo Natureza, o militar afirmou que o fato foi decidido pelo governo federal após o acidente com a usina de Fukushima, no Japão, atingida em março passado por um tsunami.

       Pagano conduz as pesquisas para criar o primeiro submarino nuclear do país, feito em parceria com a França e que deverá ser concluído em 2021. Segundo ele, mesmo com o baixo risco de terremotos no Brasil, as normas ficarão mais rigorosas.

       “Vai haver um pequeno encarecimento no programa por conta das medidas de segurança adicionais, mas não será nada significativo. Nossas estruturas aguentam um tremor de 4 graus na escala Richter, o que não deve acontecer por aqui”, afirmou. O projeto já recebeu cerca de US$ 1 bilhão desde que as pesquisas iniciaram e ainda não tem orçamento fechado

Matriz limpa

         O programa nuclear da Marinha pode beneficiar no futuro usinas com tecnologia nacional. Este tipo de matriz energética ainda causa polêmica no país, devido ao temor de contaminação radioativa caso ocorra algum acidente em reatores.

         Segundo Pagano, o Brasil está apto para desenvolver esta matriz energética, mas ainda depende de investimentos e autorizações do governo federal. “No âmbito da Defesa, o programa não só terá continuidade, como já está em fase avançada”, disse o almirante.

        O Labgene, um complexo com 10 prédios, deve ficar pronto em 2014. O local será responsável pelo enriquecimento de urânio utilizado no futuro submarino militar. Pagano afirma que o reator terá proporção cem vezes menor que o das usinas de Angra dos Reis.

         Com isso, o Brasil vai entrar para o grupo restrito de países que constroem submarinos de propulsão nuclear: Estados Unidos, Inglaterra, França, Rússia e China.

Brasil e Japão esperam avanços no processo de reforma da ONU



As informações são do site Terra Notícias e a da Agência EFE

    Os chanceleres do Brasil, Antonio Patriota, e do Japão, Takeaki Matsumoto, manifestaram na quinta-feira a confiança de que o processo de reforma da ONU possa avançar mediante uma proposta conjunta formulada com Índia e Alemanha. Esses quatro países, que integram o chamado G4, propõem aumentar o número de membros permanentes e não-permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas, embora sem precisar em quanto, explicou Patriota em entrevista coletiva junto a Matsumoto, que realizou nesta quinta uma visita oficial a Brasília.

    A proposta, cuja evolução foi discutida em reunião pelos dois ministros, já conta com o apoio verbal de mais de 100 dos 192 países-membros da ONU, disse Patriota. Em função desse apoio, Patriota e Matsumoto afirmaram que é possível pensar que, em um curto prazo, a proposta possa se transformar em "resolução" do Conselho de Segurança, a fim de que se comece então a discutir quantos novos assentos seriam abertos, tanto para membros permanentes quanto para rotativos. "Há movimentos claros em favor de uma reforma da ONU", disse Matsumoto, que chegou a Brasília procedente de Assunção, onde na quarta-feira participou como convidado da Cúpula do Mercosul.


Sede da ONU

     O chanceler japonês reiterou o interesse de seu país em iniciar um processo de diálogo com o Mercosul para um possível acordo de comércio e explicou que o Japão está convencido que o bloco será fundamental para ajudar no processo de recuperação da economia do Japão, prejudicada pelo terremoto que atingiu o país em março passado. Matsumoto também destacou o potencial agrícola dos países-membros do Mercosul e disse que um possível acordo com o bloco deveria incluir assuntos de investimento mútuo e cooperação na área tecnológica, na qual o Japão é referência mundial.

     Além disso, o chanceler japonês sustentou que o processo de recuperação da economia japonesa "segue muito mais rápido do que muitos esperavam" e ressaltou que o Governo de Tóquio está decidido a "transformar a crise" provocada pelo desastre "em oportunidades".

Economia Japonesa: Um dos pilares importantes na sociedade nipônica

Prédio da Bolsa de Valores de Tóquio

Moeda Japonesa: Iene
      A economia do Japão é a 3ª maior do mundo, atrás apenas das da China e dos EUA. As principais atividades econômicas do Japão circulam entre as ilhas de Hokkaido, Honshu, Shikoku e Kiushu. Para encurtar a distância entre as ilhas, a engenharia japonesa construiu dois túneis e uma ponte entre Honshu e Kiushu. Entre Honshu e Shikoku, duas grandes pontes também estão sendo construídas e um imenso túnel, com 54 km de extensão, liga Honshu e Hokkaido. O país é o oitavo no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial.

Formação da economia

      Cerca de 80% do território japonês apresenta relevo montanhoso. As montanhas das ilhas Honshu, Shikoku e Kiushu exibem uma vasta vegetação tropical. A ilha de Hokkaido é coberta por taiga. Essas condições permitiram uma intensa utilização da madeira, inclusive para a construção de embarcações.

      Embora a maior parte do território japonês apresente relevo montanhosos, a cultura tradicional é a plantação de arroz (rizicultura), mas há muito tempo que o país também se dedica à pesca, explorada simultaneamente por pequenas e grandes empresas. Pequenos portos para pesca são encontrados em toda a sua área costeira, principalmente no litoral do Oceano Pacífico, cujas águas possuem altos níveis de piscosidade.

      Até metade do século XIX, a rizicultura foi a principal atividade econômica do Japão. Isso mostra o espírito trabalhador do povo japonês, que ao longo da história precisou conquistar um meio natural inóspito particulamente para as atividades agrícolas. Apenas 16% do território japonês é formado por planícies, onde a atividade agrícola é mais fácil.

      A rizicultura transformou a planície de Kanto na zona mais densamente povoada do país. Isso garantiu um mercado consumidor para a indústria que se estabeleceu na era Meiji. A ocorrência de quatro estações do ano nitidamente marcadas é responsável pelo fornecimento do calor e da humidade que a cultura do arroz exige. Além disso, o emprego de irrigação constante favorece o seu desenvolvimento.

Organização da economia

     O sistema japonês de gestão da economia apresenta características muito peculiares. Ainda que a participação direta do Estado nas atividades econômicas seja limitada, o controle oficial e sua influência sobre as empresas são maiores e mais intensos que na maioria dos países com economia de mercado. Esse controle não se exerce por meio de legislação ou ação administrativa, mas pela orientação constante ao setor privado e pela intervenção indireta nas atividades bancárias. Existem, também, várias agências e departamentos estatais relacionados com diversos aspectos da economia, como exportações, importações, investimentos e preços, assim como desenvolvimento econômico. O objetivo dos organismos administrativos é interpretar todos os indicadores econômicos e responder imediatamente e com eficácia às mudanças conjunturais. A mais importante dessas instituições é a Agência de Planejamento Econômico, submetida ao controle direto do primeiro-ministro, que tem a importante missão de dirigir dia a dia o curso da economia nacional e o planejamento em longo prazo.Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. In: Economia Japonesa

    De maneira geral, esse sistema funciona satisfatoriamente e sem crises nas relações entre governo e empresas, devido à excepcional autodisciplina dos empregados japoneses em relação às autoridades e ao profundo conhecimento do governo sobre as funções, necessidades e problemas dos negócios. O ministro da economia e o Banco do Japão exercem considerável influência nas decisões sobre investimentos de capital, devido à estreita interdependência entre as empresas, os bancos comerciais e o banco central. A "Ferrovias Nacionais Japonesas" é a única empresa estatal.

   O Japão faz parte do tratado internacional chamado APEC (Asia-Pacific Economic Cooperation), um bloco econômico que tem por objetivo transformar o Pacífico numa área de livre comércio e que engloba economias asiáticas, americanas e da Oceania.