quinta-feira, 14 de julho de 2011

Mitologia Oriental – Significado das carpas (Koi)


As carpas (Koi) ornamentais surgiram no Japão por mutação genética da carpa comum, originária da China. São símbolos de prosperidade, longevidade e fertilidade.


Existe uma lenda muito interessante à respeito das carpas:
"Segundo a lenda, a carpa tinha que atingir a fonte do rio que corta a China, o Huang Ho (Rio Amarelo), na época da desova. Para isso, tinha que nadar contra a correnteza e saltar cascatas até à montanha Jishinhan. A carpa que alcançasse o topo tornava-se um dragão."

    Por causa dessa crença, acredita-se que as carpas subindo significa força, coragem e determinação para alcançar objetivos e superar dificuldades e a carpa descendo sgnifica objetivos alcançados, cumpridos. Por causa desse belo significado é comum muitas pessoas escolherem o desenho da carpa para tatuarem seus corpos.

    Outra característica interessante das carpas é que elas podem adaptar seu tamanho de acordo com o meio em que crescem. Veja só que interessante esse texto do nosso querido Paulo Coelho. Um bom texto que pode nos trazer ótimas reflexões.



     “A carpa japonesa (koi) tem a capacidade natural de crescer de acordo com o tamanho do seu ambiente. Assim, num pequeno tanque, ela geralmente não passa de cinco ou sete centímetros – mas pode atingir três vezes este tamanho, se colocada num lago.

    Da mesma maneira, as pessoas têm a tendência de crescer de acordo com o ambiente que as cerca. Só que, neste caso, não estamos falando de características físicas, mas de desenvolvimento emocional, espiritual e intelectual.

   Enquanto a carpa é obrigada, para seu próprio bem, a aceitar os limites do seu mundo, nós estamos livres para estabelecer as fronteiras de nossos sonhos. Se somos um peixe maior do que o tanque em que fomos criados, ao invés de nos adaptarmos a ele, devíamos buscar o oceano – mesmo que a adaptação inicial seja desconfortável e dolorosa.”

Simples, porém profundo, não?


    Eu acho que todos nós podemos ser como as carpas. Devemos correr atrás de nossos sonhos e objetivos. Afinal, temos dentro de nós um potencial infinito para a felicidade, harmonia, inteligência e todos os demais atributos que pudermos desenvolver.

    Mas isso não é uma tarefa fácil, pois teremos que sair de nossa zona de conforto e “atravessar grandes vales e cascatas”, como as carpas. Mas conforme formos nos acostumando e nos movendo, veremos o quanto somos capazes e como é grande o potencial que temos dentro de nós.

Acredite sempre nos seus sonhos e vá a luta que conseguirá chegar aos seus objetivos!

- As carpas são homenageadas numa data muito especial no Japão, o Kodomo no Hi, Dias das Crianças.

Vocábulo Japonês :
Capas:  コイ - (Koi)

- Texto: Japão em Foco -

COI crê em segurança de eventos realizados no Japão

Presidente do COI afirma que sente-se seguro no Japão
Foto: EFE
    O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jacques Rogge, afirmou nesta quinta-feira que o Japão é um local totalmente seguro para abrigar eventos esportivos, mesmo após o caos vivido pelo país após o terremoto de março, que afetou a usina nuclear de Fukushima.

   "Nos sentimos totalmente seguros no Japão", afirmou o dirigente, que está em território japonês para as comemorações dos 100 anos do Comitê Olímpico local.

   Rogge confia plenamente que os grandes eventos esportivos podem desenrolar-se no Japão, e o recado do dirigente do COI vem em boa hora: neste próximo final de semana, o governador de Tóquio, Shintaro Ishiara, havia previsto anunciar a capital japonesa como candidata a sede dos Jogos Olímpicos de 2020.

  Roma e Madri, que assim como Tóquio foram derrotadas pelo Rio de Janeiro na disputa pela Olimpíada de 2016, já anunciaram suas candidaturas para a edição de 2020, e o prazo final para a cidades se inscreverem encerra-se no dia 1º de setembro.

- As informações são do Portal Terra e da Agência AFP.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Arte e ecologia – Tóquio Verde



- As informações são do site Japão em Foco .


    Imagina andar por Tóquio e ver todo o asfalto substituído por essa grama verde? Parece brincadeira mas o Projeto Ilha Verde (Green Island Project) leva isso muito a sério. Questões ambientais e ecologia em geral tem sido um tema crescente entre a população mundial e por isso o Projeto Green Island teve essa iniciativa de fazer uma visão de Tóquio de um ângulo ecologicamente correto.

     Os artistas digitais desse projeto são Ryo Taguchi, Imakawa e Yuichiro Imamura e o resultado desse trabalho são uma série de fotografias que transformam bairros de Tóquio, como Gotanda, Harajuko, Shinjuko e Shibuya em campos verdes. É claro que exageraram um pouco na arte, mas de qualquer modo vale como um apelo ecológico para lembrarmos que precisamos colocar mais verde no Planeta.
Veja as fotos como são impressionantes:
 



Esta obra se chama Billiken e é bem tradicional no Japão,
quer saber mais? Veja o post que o grupo do projeto fez clicando aqui.
 
 
Confira Mais Fotos Em: Confira Mais Fotos Em: http://www.006600.jp/

terça-feira, 12 de julho de 2011

Confirmado no Japão consumo de carne contaminada de Fukushima


Agência EFE, Portal Terra 

    Peças de carne bovina procedentes de uma fazenda próxima à usina nuclear de Fukushima e contaminadas com césio radioativo foram consumidas na cidade de Shizuoka (centro), informou nesta terça-feira a cadeia NHK. A carne pertencia a uma carga procedente de uma só fazenda e foi distribuída entre maio e junho a nove províncias japonesas, incluindo Shizuoka e as três mais populosas do país (Tóquio, Kanagawa e Osaka), segundo fontes oficiais.

     As autoridades detectaram níveis excessivos de césio em peças distribuídas a um atacadista de Tóquio e à cidade de Shizuoka, capital da província homônima. Esta última localidade adquiriu um carregamento de carne que, segundo as análises, continha quatro vezes o limite legal de césio radioativo de 500 becquerels por quilo e foi consumida em parte, segundo a NHK. Por enquanto, não foi informado se a carne em Tóquio chegou ao consumidor. É certo, por outro lado, que carne desta mesma carga foi consumida em restaurantes das cidades de Aichi (centro) e Chitose (norte), mas as peças em questão não foram analisadas.

     Após a divulgação da notícia, o ministro da Saúde japonês, Ritsuo Hosokawa, assegurou que as pessoas não devem se preocupar demasiadamente, já que o consumo da carne contaminada uma única vez não representa uma especial ameaça para a saúde. Hosakawa também indicou que se averiguará a fundo a razão pela qual o produto foi distribuído.

     A carga tinha peças de seis vacas que comeram ração contaminada, assim como outras 11 da mesma fazenda em cuja carne, que não chegou ao consumidor, foi detectado neste fim de semana um nível de césio até seis vezes acima do permitido. Todos os animais procedem de uma fazenda no povoado de Minamisoma, a cerca de 25 km da central de Fukushima.

      A ração para os animais era armazenada no exterior do sítio e continha amostras de césio que excediam o limite em 56 vezes devido às emissões da usina, segundo análises divulgadas nesta segunda-feira.

     Hosokawa disse que se estuda a possibilidade de analisar todas as vacas das áreas de Fukushima submetidas a medidas de evacuação que chegarem a matadouros e processadores, ao invés de examinar apenas algumas, como acontece hoje.  O Ministério da Agricultura assegurou também que realizará inspeções nas cerca de 260 fazendas que criam gado em zonas próximas à central de Fukushima Daiichi.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Vítima do tsunami no Japão volta para o Brasil e tenta a sorte no Topa ou Não Topa


No palco com ela, estarão: a irmã de Nelson, Mary; o primo Ilton e a prima Maria Tereza.

    Em março deste ano, Roseli perdeu tudo no tsunami ocorrido no Japão, por isso, precisa recomeçar do zero e o Topa ou Não Topa foi uma das soluções pensadas pela família. Roberto Justus recebe na próxima segunda-feira, 11 de julho, às 23h, Roseli Tacashi de 41 anos.

     Roseli nasceu em São Paulo, seu pai é japonês e sua mãe descendente de japoneses. Seu pai veio para o Brasil ainda criança pois queriam tentar uma vida melhor. A infância de Roseli foi tranquila, sempre viveu com pouco e batalhou bastante. Quando criança vendia frutas na feira. Aos 12 anos começou a vender pastel na barraca de uns amigos, pela manhã trabalhava e a tarde frequentava a escola pública. Como a escola fazia muitas greves, Roseli parou de estudar. Nessa época, conheceu Nelson, que ia sempre comer pastel na barraca de Roseli. A paquera deu certo e começaram a namorar. Em outubro de 1992, foram tentar a vida no Japão. Instalaram-se na cidade de Onagawa e começaram a trabalhar em uma fábrica de pescados. Como o trabalho era pesado, começaram a ter problemas de saúde e resolveram mudar de ramo e cidade. Foi nessa época que Roseli engravidou e precisou parar de trabalhar. A cidade era perigosa e tiveram que voltar para Onagawa.

     O dia 11 de março deste ano foi um dia muito difícil para o Japão. Roseli foi trabalhar normalmente quando a tarde sentiu o primeiro tremor. No decorrer da noite, os tremores ficaram cada vez mais fortes. Roseli pensou em sua filha e então decidiu sair, queria pegar o carro e ir embora. Foi aí que começaram a dizer que a água estava chegando e chegou muito rápido, teve gente que foi levada. A água estava na cintura, mas Roseli conseguiu chegar na escada. Eles subiram para o teto da fábrica, de lá viam o mar e foi então que veio a segunda onda, devastadora, destruindo tudo. “Não tínhamos para onde ir, nos abraçamos e rezávamos. Achei que era o fim, um pesadelo”, conta Roseli.

     “Clareou o dia e só tinha barro, tudo destruído, conseguimos madeira para fazer fogueira, nos alimentávamos de bolacha e enlatados que o mar trazia, quebrávamos máquinas de salgados e refrigerantes. Depois de dois dias, decidimos que iríamos atrás das nossas famílias e precisávamos ser fortes". Roseli andou por 4 horas beirando o trilho do trem até chegar em sua cidade, foi direto para a escola da filha e a encontrou viva e bem. Depois de alguns minutos chegou Nelson. Foi um reencontro de muitos abraços e beijos.

        Com ajuda do consulado, voltaram para o Brasil. Não trouxeram nada, apenas as memórias guardadas no coração. Se ganhar o prêmio máximo, quer reconstruir sua vida.

Confira na íntegra a matéria exibida ontem pelo Fantástico da TV Globo: Novas imagens mostram desespero causado pelo tsunami


São imagens que tão cedo não vão sumir da paisagem e nem da memória de quem viu bem de perto a fúria da natureza.

- As informações são do site do Fantástico no Portal G1,
Reportagem de Roberto Kovalick.

    Era para ser o registro de um passeio de carro em um dia qualquer, mas a câmera instalada no painel gravou o instante em que a terra tremeu, no dia 11 de março de 2011, às 14h46 (horário do Japão). Parecia só um susto, mas o pior veio em seguida: o tsunami.

    O vídeo mostra o momento em que ele surge na esquina de uma avenida. Em dez segundos, a água aparece embaixo do carro. O volume de água aumenta rapidamente. O carro se choca com outro veículo. O motorista força o vidro para sair. Pouco depois, ele aparece no teto.

    A enxurrada fica mais forte. A correnteza arrasta tudo o que encontra pelo caminho. A imagem não mostra, mas o motorista consegue se salvar e deixa a câmera ligada até que o carro bate em um prédio, afunda e a gravação para.

    Outras imagens mostram a chegada da grande onda a um bairro residencial. A imagem é impressionante. A destruição avança e os moradores correm em desespero. O rapaz que está filmando vai para o alto de um prédio. De lá, registra a cidade sendo engolida.

    O Fantástico descobriu que cidade é essa. O nome é Kamaishi, no litoral nordeste do Japão, a 440 quilômetros de Tóquio – justamente a cidade que tinha construído um dos maiores escudos contra tsunami do planeta, segundo o livro dos recordes. Do alto da montanha, dá para ver o que restou da barreira de proteção, que media 63 metros de altura. O quebra-mar, inaugurado há três anos, levou 30 para ficar pronto e poucos segundos para ser destruído.

    A cidade já está com as ruas limpas, mas o trabalho para juntar as pilhas gigantescas de entulho é intenso. Kamaishi está vazia. Os prédios e casas da área atingida ainda estão muito longe de receber de volta quem vivia na cidade.

   Alguns problemas ainda não foram resolvidos, porque simplesmente são grandes demais. É o caso do trânsito em uma rua, que está parcialmente interrompido por um navio. O cargueiro “Sinfonia da Ásia” está encalhado desde o dia do tsunami e ninguém sabe como tirá-lo. A embarcação terá de ser içada, mas não há previsão de quando isso vai ser feito.

   O Fantástico localizou a região onde foram feitas as imagens. A rua fica em frente à prefeitura, um dos poucos prédios que restaram intactos. O rapaz que fez as imagens era filho do dono de uma loja de equipamentos eletrônicos, que ficava onde hoje estão alguns carros. A casa da família ficava nos fundos. Todos sobreviveram, mas ninguém sabe onde estão abrigados. A loja ficava bem perto da prefeitura. Nas imagens, ela não aparece, mas é possível identificar seu letreiro.

E o que teria acontecido a um senhor? Escapou a tempo? Ninguém sabe. Mamoru Yamada é diretor do departamento de prevenção de acidentes de Kamaishi. Ele estava no prédio da prefeitura no dia do tsunami. “Algumas pessoas que eu conhecia da rua estão mortas”, conta Mamoru.

Na cidade, morreram mais 800 pessoas e mais de 300 estão desaparecidas até hoje. O número de vítimas poderia ter sido ainda maior se não fossem os altofalantes espalhados no alto da prefeitura e pela cidade. “Logo depois do terremoto, começamos a avisar: está vindo um tsunami, fujam para lugares altos”, diz Mamoru Yamada.

Aas placas espalhadas pela cidade indicam o local onde procurar abrigo. Ao todo, dez mil pessoas perderam suas casas. Isso representa um quarto dos moradores. Seiscentos permanecem alojados em abrigos.

Um casal era dono de um restaurante. Eles também perderam a casa onde moravam. Hoje trabalham em um trailer doado pela prefeitura, a poucos metros do antigo endereço. A esposa assiste às imagens daquele 11 de março. “Aquele era o meu carro. Até hoje ninguém sabe onde ele foi parar”, diz ela. “Mas temos energia e vamos nos levantar”, afirmam eles.

O programa de reconstrução de Kamaishi começa em setembro e deve demorar dez anos. São imagens que tão cedo não vão sumir da paisagem e nem da memória de quem viu bem de perto a fúria da natureza.

domingo, 10 de julho de 2011

Tremor de 7,3 reaviva lembrança da tragédia de março no Japão

Imagem do Serviço Geológico dos Estados Unidos
 mostra o local do terremoto que atingiu a costa nordeste do Japão
Por Portal Terra,
Agência EFE.

     Um terremoto de 7,3 graus na escala Richter atingiu neste domingo, sem causar danos, a mesma área arrasada pelo forte tremor de 11 de março no Japão, episódio que completa quatro meses nesta segunda-feira com uma gigantesca tarefa de reconstrução ainda pela frente. O novo tremor ocorreu às 9h57 deste domingo (21h57 de sábado, horário de Brasília) com epicentro no mar a 180 km do litoral da província nordeste de Miyagi e a 34 km de profundidade, como informou a Agência Meteorológica japonesa, que o considerou uma réplica do terremoto de março.

     Este recente tremor reaviou a lembrança da tragédia nas províncias de Miyagi, Iwate e Fukushima, onde, da mesma forma como aconteceu há quatro meses, minutos após o abalo foi declarado alerta de tsunami para os moradores de áreas próximas ao litoral e às desembocaduras dos rios para que procurassem às regiões elevadas. Desta vez, no entanto, o tsunami foi pequeno, com ondas de 10 cm nas províncias de Miyagi e Fukushima e no porto de Ofunato, em Iwate, e o alerta foi retirado menos de duas horas após o terremoto sem o registro de danos.

     Embora de pequena magnitude, o deste domingo foi o primeiro tsunami desde 11 de março no Japão, que nos últimos quatro meses sofreu seis terremotos superiores a 7 graus Richter, mais de cem com magnitude maior do que 6 graus e outros 500 superiores a 5 graus na escala Richter. Um porta-voz da Agência Meteorológica advertiu que ainda podem ocorrer réplicas de magnitude superior a 7 e espera-se que ainda sejam frequentes tremores entre 3 e 5 graus, e insistiu na necessidade de "vigilância contínua".

Japão tem duas das 10 cidades mais caras do mundo para se viver

O jornal britânico "The Telegraph" listou as 10 cidades mais caras do mundo para ser viver. Confira:
 1 - Tóquio (Japão): Apesar dos efeitos terremoto e do tsunami que atingiram a costa noroeste do Japão, o custo de vida continua alto na capital japonesa, que lidera o ranking (Shizuo Kambayashi/AP)
3 - Osaka Kobe (Japão): - A baixa confiança do consumidor aliada à baixa inflação faz com que o custo de vida nesta cidade japonesa supere diversos outros países (Eduardo Knapp/Folha Imagem)

Fonte: Uol Notícias
Dentre as 10 cidades escolhidas nenhuma é no Brasil !

sábado, 9 de julho de 2011

Takabisha – A montanha russa com maior queda vertical do mundo

E ainda conta com um cartão postal fantástico,
 o Monte Fuji , que pode ser visto por vários ângulos do parque.
- As informações são do site Japão em Foco.

    Uma montanha russa muito “louca” acaba de ser construída no Japão e se chama Takabisha. Takabisha será a montanha-russa mais íngreme do mundo e vai para o Guinness dos Recordes Mundiais. Suas rampas têm elevações com quedas verticais, além de 7 inversões! Se você é daquelas pessoas que ama fortes emoções e adrenalina, então deve um dia andar nessa montanha russa fantástica!
 
      Apesar do nome estranho, Takabisha significa “Dominador” e está com estréia prevista em 16 de Julho e está localizada no Parque de diversões Fuji-Q Highland, no Japão. Com incríveis níveis de inclinação com 121 graus de ângulo, 43 metros de altura, quedas verticais em que você fica praticamente de cabeça pra baixo, Takabisha ainda pode alcançar velocidades de 100 km por hora.


   A taxa para andar no Takabisha será de 1,000 yenes, fora a taxa de entrada para o parque e como em todas as montanhas russas, haverá restrições quanto a idade e altura para andar no brinquedo.

   Apesar de entrar no Guiness Book por ter um nível mais alto de inclinação, Takabisha não entra como o mais rápido. A montanha russa mais rápida continua sendo a Fórmula Rossa no Parque Ferrari World Abu Dhabi com seus 240 km por hora. Você não sabe o que o Monte Fuji? Confira na postagem feita pelo blog dias atrás clicando aqui.

Veja o vídeo com Takabisha em testes finais antes do lançamento:


O que você achou? Comente ! :)

Grupo do Projeto Planeja Apresentação dos Componentes no Meadd:

Tikara, mascote do projeto.
    Como meio de apresentar os componentes do projeto : "Japão: O Fim Ou Um Novo Começo ? 日本 ", o grupo resolveu trasmitir um pouco de cada um de uma forma diferenciada. Dessa maneira o projeto não para durante o recesso e a comunidade que segue nosso trabalho na internet pode nos conhecer um pouco melhor. Como todos já sabem o grupo possui um "Meadd" (confira), e a cada dia do recesso um membro do grupo estará lá falando um pouco de si mesmo e de sua participação no andamento do nosso trabalho.


Grupo do projeto "Japão: O Fim Ou Um Novo Começo ? 日本 "
- Nem todos os componentes estão na foto acima.-

Confira como ficou a grade do nosso Meadd:

Primeira Semana:

Segunda - Hévila Rodrigues
Terça - Bianca Soares
Quarta - Marco Aurélio
Quinta - Milena Araújo
Sexta - Tulyo Félix
Sábado - Emanuelle
Domingo - Kelly Dias

Segunda Semana:

Segunda - Mari Carvalho
Terça - Uanderson Cavalvante
Quarta - Stéphanie Santos
Quinta - Thaís Amorim
Sexta - Thaynan Robert
Sábado - Eli Martins
Domingo - A Definir , afinal não vai da pra colocar todos os membros do grupo no recesso .

Esperamos agradar, Obrigado.
Atenciosamente, Equipe do Projeto.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Exame de Proficiência em Língua Japonesa 2011: Estudantes falam sobre o estudo do idioma e o certificado


O Exame de Proficiência em Língua Japonesa (Nihongo Noryoku Shiken) é uma prova que visa à avaliação do conhecimento do estudante no idioma japonês.

     Inscrições acontecem entre 1º de agosto e 3 de setembroA classificação no exame pode ser utilizada, por exemplo, como critério de seleção em empresas japonesas e aprovação em bolsas de estudo e instituições de ensino no Japão. Naturalmente, estudantes de língua japonesa também fazem o exame para avaliar seus conhecimentos. O ranking é dividido em cinco níveis, sendo o nível 1 o mais alto.

     “Neste ano, devo prestar o nível 3, a princípio, só para ‘conferir’ minha fluência no idioma. Mas comecei a pesquisar sobre bolsas de estudo e pós-graduação no Japão; já percebi que é muito importante ter o nível 1. Como trabalho com desenvolvimento e design de web, o nihongo [idioma japonês] é útil para acessar conteúdo (revistas, vídeos, sites) do Japão, que produz trabalhos inovadores na minha área e que são referência para o mundo todo”, diz Eduardo Omine, 30, web designer.


 Em geral, placas no Japão
são ilustradas, mas saber ler
 – e entender – é muito importante

     “Estudo nihongo há três anos e meio, mas ainda não fiz a prova. Devo fazer o nível 3 neste ano”, diz Tiago Bontempo, 25, estudante de jornalismo e editor de um blog sobre futebol japonês. “No início, meu objetivo era ler mangás e entender os jogos em japonês, mas agora ele é mais amplo: trabalhar com jornalismo esportivo cobrindo o futebol japonês”, finaliza Tiago, que pretende tentar uma bolsa de estudos no Japão ao término da faculdade.


     Em geral, placas no Japão são ilustradas, mas saber ler – e entender – é muito importanteGeraldo Kodaira, técnico eletrônico da Sabesp, precisa usar seu conhecimento no idioma japonês em seu trabalho – ele também é graduado em Letras Português-Japonês. “Para a minha carreira, o nihongo está sendo essencial, pois temos trabalhos em conjunto com a JICA (Japan International Cooperation Agency)”, afirma Geraldo, que atua como intérprete durante visitas de representantes do governo japonês ou como tradutor de documentos.

      Além do Noryoku Shiken, Geraldo também obteve o Business Japanese Test. “É um certificado muito válido também, pois outros aspectos da língua japonesa são avaliados, a linguagem específica utilizada no ambiente de trabalho, focando muito na linguagem de respeito (keigo)”, completa.

      A partir de 2010, o Noryoku Shiken passou a ter cinco níveis; até então, eram quatro. “Não sei dizer se está mais difícil, já que o nivel 2 do modelo antigo é diferente do nível 2 do modelo atual, que parece ser um nivel entre o 1 e 2 do modelo antigo. O que realmente me pegou de surpresa foi a mudança do choukai [compreensão auditiva]. Agora não tem mais figuras, e há diálogos extensos. A parte de compreensão de textos do ano passado (modelo novo) foi muito mais extensa que a do ano anterior (modelo antigo)”, disse Anderson Nishihara, 24, engenheiro de software.


       Entretanto, o certificado não deve ser encarado como um objetivo em si, mas como um reflexo do estudo do idioma. “Antes de vir ao Japão, não tinha sido aprovado no Noryoku Shiken. No Brasil, nunca fez diferença. Mesmo quando prestei a bolsa para vir ao Japão, não precisei apresentar o certificado, pois os diplomas do curso de idioma bastaram para uma estimativa do meu nível. Só consegui o certificado (nível 2) ao refazer o exame aqui no Japão. Porém, a grande diferença que senti é que, no Japão, ter um certificado facilita muito para a estimativa de nível. Como estrangeiro, em formulários, sempre existe um espaço perguntando qual o nível no Noryoku Shiken”, diz Alex Kaneko, 26, doutorando em engenharia mecânica na área de robótica.

“Ter ou não um certificado não é o mais importante. Para mim, o exame foi muito importante para ser usado como referência, pois tem um nível e conteúdo adequados. Chegando ao Japão para a pós-graduação, posso afirmar que todo o esforço com o estudo de japonês foi muito importante. Apesar de estar longe de falar “bem”, o idioma é fundamental para o cotidiano, desde fazer uma compra (quando a leitura de kanji é essencial) até fazer amizade com japoneses (em que certo nivel de conversação é necessário)”, completa Alex.

Exame de Proficiência em Língua Japonesa 2011


    Em 2011, as inscrições para o Exame de Proficiência em Língua Japonesa poderão ser feitas de 1º de agosto a 3 de setembro; o exame acontece em 4 de dezembro. Para mais informações, acesse o site do Centro Brasileiro de Língua Japonesa ou o site oficial do exame (em japonês ou inglês).

- As Informações são do site: Made In Japan

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Tóquio cogita não apresentar candidatura para Olimpíadas de 2020


    Após a escolha da cidade de Pyeongchang, na Coreia do Sul, como sede dos Jogos de Inverno de 2018, o presidente do Comitê Olímpico Japonês, Tsunekazu Takeda, afirmou que o Japão pode não apresentar a sua candidatura para receber os Jogos Olímpicos de 2020.

Pyeongchang sediará os Jogos de Inverno de
2018 e pode "atrapalhar"
 candidatura do Japão para 2020

Foto: AP


   "Tóquio deve seguir adiante com sua candidatura apenas se uma cidade asiática puder manter suas possibilidades para 2020", afirmou Tsunekazu Takeda, em declarações à agência japonesa Kyodo. 

    Vários membros do Comitê Olímpico Internacional (COI) consideram que as possibilidades de Tóquio são reduzidas, uma vez que, apenas dois anos antes, Pyeongchang, outra cidade da Ásia, receberá as Olimpíadas de Inverno.

   Takeda acrescentou que se aconselhará com membros do COI e avaliará as cidades que tentarão sediar os Jogos Olímpicos de 2024 para decidir se apresentam a candidatura para esta data, em vez de 2020.

   Na próxima semana, o presidente do COI, Jacques Rogge, visitará o Japão e, segundo informações da Kyodo, Tóquio poderia tomar sua decisão durante a passagem do dirigente. A data limite para apresentar candidaturas para as Olimpíadas de 2020 é o dia 1º de setembro.

  Assim como Madri e Chicago, Tóquio se candidatou para realizar os Jogos Olímpicos de 2016 e foi superada pelo Rio de Janeiro. Desde então, o Governador de Tóquio, Shintaro Ishihara, expressou em numerosas ocasiões sua intenção para que a capital do Japão apresente sua candidatura para 2020.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Setor financeiro chinês pressiona ações da Ásia, mas Japão sobe


Por Vikram Subhedar,
do site Reuters Brasil.


As ações do setor financeiro chinês recuaram pelo segundo dia consecutivo nesta quarta-feira após um fundo soberano vender uma fatia de sua participação em dois bancos, lançando um sinal de cautela sobre o risco no mercado.

O rali de ativos de maior risco que durava uma semana sofreu uma pausa à medida que investidores assumiram uma postura defensiva antes do encontro do Banco Central Europeu na quinta-feira, da divulgação de dados sobre o mercado de trabalho norte-americano e sobre a inflação e o Produto Interno Bruto da China na semana que vem.

Porém, o índice japonês Nikkei contrariou a tendência e registrou valorização de 1,1 por cento, levando o mercado ao maior nível desde o primeiro dia de negociações financeiras após o devastador terremoto acompanhado de tsunami que assolou o país em março.

O índice MSCI de ações da Ásia-Pacífico fora do Japão tinha ligeira queda de 0,2 por cento às 7h55 (horário de Brasília) com a fraqueza no setor financeiro ofuscando em grande parte os ganhos dos setores de matérias-primas e industrial.

O setor financeiro recuou no segundo dia de desempenho abaixo do mercado após o Temasek, um fundo soberano de Cingapura, vender parte de sua fatia em dois dos chamados "grandes quatro" bancos chineses. O Temasek vendeu um total de 3,6 bilhões de dólares em ativos do Bank of China e do China Construction Bank levando suas ações a cair mais de 3 por cento.

O setor financeiro, que têm exercido o maior peso nas bolsas acionárias chinesas, contribuiu para queda de 1 por cento no mercado em Hong Kong e desvalorização de 0,2 por cento do índice referencial de Xangai, após a máxima em seis semanas na terça-feira.

As ações em Xangai tiveram uma forte recuperação na última quinzena, com o índice acumulando alta de 8 por cento, a máxima em seis semanas. Mas a trajetória ascendente foi interrompida por novos temores sobre o impacto da dívida chinesa no setor.

A bolsa de Taiwan avançou 0,46 por cento e o índice de Sydney subiu 0,15 por cento. Já Cingapura recuou 0,48 por cento.

Grupo do projeto começa a planejar a sala ambiente



      Como vocês poderam conferir hoje no nosso meadd, a moderadora Hévila Rodrigues nos contou sobre a visita que alguns membros do projeto fizeram hoje a loja de artigo japoneses "Japaonline" no Alamenda Shopping, Taguatinga-DF. O objetivo da visita era conferir decorações e artigos japoneses para a nossa sala ambiente e para as próximas ações do projeto que estão por vim no segundo semestre letivo.

      Lá conversamos com a dona da loja (caso queira saber mais acesse nosso meadd) e em um diálogo sobre o Japão podemos observar diversas coisas e ideias interessante para o andamento do trabalho. A loja possui uma grande diversidade de artigos japoneses que dentre eles se encontram: Kimonos, camisetas, bonecos e enfeites. Ideias para a decoração da sala ambiente é que não vão faltar.

terça-feira, 5 de julho de 2011

J-rock: O Rock Japonês


The GazettE

Texto: Matheus Amorim

    Houve um tempo em que quando se falava sobre musicas japonesas, as pessoas tinham em mente somente aquelas músicas bem calmas e tradicionais e ficava até difícil de se imaginar que num país de cultura tão diferente houvesse rock ou algum tipo de música que é mais comum no ocidente, mas tão rápido quanto a velocidade do trem bala japonês isso vem mudando (trocadilho fail), deixa que eu explico: Jrock é basicamente rock japonês, e dentro do jrock existem varias vertentes, como hardcore, punk, gótico, metal e etc.

    Mais ou menos depois da segunda guerra mundial, surgiu o rock no Japão como parte da influência da cultura ocidental dentro da cultura japonesa, a banda considerada a percusora do rock japonês foi a banda X-Japan, a banda nasceu em 1988 e foi a primeira banda independente a aparecer no ranking da Oricon (parada oficial de albúns, singles e vídeos musicais mais vendidos no Japão), com o lema "Psychedelic Violence Crime of Visual Shock" (literalmente "Violência Psicodélica - Crime do Choque Visual") o X já dava a entender o tipo de som que fazia: pesado, agressivo, chocante, violento. Em 1989 eles assinaram um contrato com a Sony Records do Japão. A banda terminou em 1997, o guitarrista Hide morreu pouco depois do fim da banda em 1998. A banda retornou em 2008 e está prestes a se apresentar aqui no Brasil em Setembro desse ano.

    Depois do X-Japan várias outras bandas de rock surgiram no Japão, e o mundo começou a prestar mais atenção no cenários musical japonês.



O texto não acaba aqui, quer continuar lendo? Clique em "Mais Informações" ou na imagem acima. (:


Ministro da Reconstrução no Japão cai após uma semana

O ministro da Reconstrução do Japão, Ryu Matsumoto, renunciou uma semana após ter assumido o cargo.

TEXTO: BBC BRASIL
 
Ele foi duramente criticado por ter feito declarações consideradas grosseiras e arrogantes dirigidas a governadores de áreas do país gravemente afetadas pelo terremoto seguido de tsunami em março deste ano.
Ele afirmou que o governo não iria auxiliá-los financeiramente a não ser que eles surgissem com boas propostas de reconstrução e repreendeu publicamente outro representante estadual, se recusando a apertar sua mão.

A renúncia deverá aumentar ainda mais a pressão sobre o já impopular governo do primeiro-ministro, Naoto Kan. A indicação de Matsumoto à pasta recém-criada da Reconstrução no dia 27 de junho visava conter as críticas à administração do premiê.

No mês passado, Kan enfrentou um voto de desconfiança apresentado por parlamentares insatisfeitos com a forma como lidou com o processo de reconstrução e com a crise na usina nuclear de Fukushima após o desastre natural.

O primeiro-ministro está a apenas um ano no cargo e se comprometeu a renunciar em breve, mas só depois de conseguir a aprovação, no Parlamento, de vários projetos de lei ligados à recuperação do desastre e de energia renovável.

O correspondente da BBC em Tóquio Roland Buerk disse que o premiê está tentando persuadir parlamentares a liberar um adicional de US$ 25 bilhões de verba aos fundos de reconstrução e que os comentários de seu ministro acabaram representando uma distração indevida.
'Comentários duros'

De olhos marejados, Matsumoto anunciou a sua renúncia durante uma entrevista coletiva na terça-feira. ''Gostaria de oferecer minhas desculpas por ter ofendido as pessoas das áreas afetadas pela região do desastre. Eu pensava estar emocionalmente próximo às vítimas do desastre, mas não tive palavras suficientes e meus comentários foram muito duros'', afirmou.

Matsumoto, de 60 anos, fez os comentários ofensivos no domingo, durante o seu primeiro giro pelas áreas de Miyagi e Iwati, afetadas pelo tsunami. Ele repreendeu publicamente o governador de Miyagi, Yoshhiro Mural, por tê-lo mantido esperando e se recusou a apertar a mão dele assim que o representante estadual a estendeu em sua direção.

''Você chegou atrasado. Quando um convidado chega, você precisa já estar lá para recebê-lo. A força de Autodefesa age dessa forma porque eles compreendem que os jovens devem honrar os mais velhos. Você entendeu? Trabalhe duro'', disse Matsumoto. Em seguida, ele disse a jornalistas presentes que seus comentários não deveriam ser veiculados, acrescentando que suas redes de TVs sofreriam retaliações se exibissem as declarações.

Ao se encontrar com o governador de Iwate, Takuya Tasso, Matsumoto advertiu que o governo ''irá ajudar áreas que oferecerem ideias, mas não irá ajudar aquelas que não têm ideias. Quero que vocês trabalhem com esse tipo de determinação''.

Os comentários foram veiculados na TV e os vídeos se tornaram virais, recebendo milhares de hits no YouTube e em outros sites de compartilhamento de vídeos, gerando um clamor público e pressões pela renúncia do ministro.

Ao retornar a Tóquio, quando questionado a respeito de suas declarações, Matsumoto culpou o seu tipo sanguíneo pelo arroubo. No Japão, pessoas com sangue tipo B tem fama de ter personalidades intempestivas.

Durante seu discurso de renúncia, Matsumoto afirmou que continuará ajudando nos esforços de reconstrução como um ''soldado''. O terremoto e tsunami de 11 de março destruiu lares, empresas e cidades quase inteiras ao longo da costa nordeste do Japão, deixando de mais de 20 mil pessoas mortas ou desaparecidas

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Inusitado: Casal Japonês martela aliança para celebrar divórcio


O casal Miki e Tomoharu Saito decidiu fazer uma 'cerimônia de divórcio' neste domingo (3) em Tóquio (Japão) para celebrarem a assinatura dos papéis da separação, que aconteceu após o terremoto de 11 de março, que os fez "reavaliarem os valores da vida" . Eles usaram um martelo para quebrar a aliança e simbolizar o fim da união Reuters
UOL Notícias

Escrita japonesa – tategaki e yokogaki


Estilo Yokogaki

      Enquanto os ocidentais estão ​​acostumados a escrever e a ler apenas da esquerda para a direita, o sistema de escrita japonesa é muito mais versátil pois permite uma combinação de estilos de escrita tanto oriental, como ocidental.

      O sistema de escrita japonesa foi introduzido no século 4, quando a língua escrita chinesa foi introduzida no Japão. Tradicionalmente, os japoneses usam um estilo chamado tategaki (escrita vertical), com caracteres escritos de cima para baixo e da direita para a esquerda.

     O estilo tategaki muitas vezes confunde pessoas estrangeiras que acabam de chegar ao Japão: Um romance em estilo tategaki vai começar à partir do que suponhamos ser a última página do livro e terminar no primeiro, onde se supõe ser a capa. No entanto os japoneses atualmente também usam o outro formato chamado Yokogaki (escrita horizontal), lendo-se da esquerda para direita – na forma ocidental. Este estilo é frequentemente usado em propagandas nas ruas, anúncios em veículos, software e mensagens de telefone celular.

      Hoje em dia dois estilos são muito bem aceitos no Japão. O jornal Yomiuri, por exemplo, que é um dos jornais com maior circulção do Japão, escreve no estilo yokogaki ( esquerda para a direita). O concorrente jornal Asahi, no entanto, continua a imprimir no estilo tategaki tradicional.

Combinação Tategaki X Yokogaki 
A combinação de ambos, tategaki e yokogaki é algo muito comum também. Essa combinação pode ser vista em diversos locais, como em mangás ou outdoors.
Isso cria uma grande versatilidade para a escrita e leitura japonesa.

Dê uma olhada na propaganda abaixo para ver o exemplo:



 Outro exemplo comum de combinação yokogaki e tategaki (mangás):


No primeiro quadrinho observamos que a escrita está na horizontal e a forma de ler é da esquerda para a direita, ou seja no estilo yokogaki.

No segundo e terceiro quadrinho a escrita está na vertical, lendo-se da direita para a esquerda, de cima para baixo, ou seja, no estilo tategaki.

Clique nas Imagens Para Ampliar.

- Informações e Texto: Site Japão em Foco. -

domingo, 3 de julho de 2011

Mundial Sub-17: invicto, Brasil pega Japão em briga por vaga na semifinal

Seleção joga desfalcada de Nathan e Lucas Piazon, suspensos. Jogo começa às 20h (de Brasília)

Adryan, do Flamengo, tem dois gols no Mundial
pela Seleção (Foto: CBF)
Invicta e sem maiores problemas até agora, a Seleção Brasileira sub-17 tentará continuar a caminhada rumo ao quarto título do Mundial da categoria neste domingo, enfrentando o Japão pelas quartas de final, no estádio Corregidora, de Querétaro.


A equipe comandada pelo técnico Emerson Ávila vem confirmando o favoritismo e até agora não venceu apenas uma partida, a última da primeira fase, em que ficou no emocionante empate em 3 a 3 com Costa do Marfim. Nas oitavas de final, deixou para trás o Equador com um triunfo por 2 a 0.

A Seleção aposta nos gols do atacante Ademilson e do meia Adryan, que marcaram respectivamente quatro e duas vezes no Mundial, mas terá os desfalques importantes do volante Nathan e do também atacante Lucas Piazon, que não poderão jogar por estarem suspensos.

Do outro lado, estará uma das grandes surpresas do campeonato até agora. Na primeira fase, os japoneses empataram com a França e venceram a Argentina por 3 a 1, eliminando a equipe sul-americana. Depois, nas oitavas, deixaram a Nova Zelândia com uma histórica goleada por 6 a 0.

Hideki Ishige é o artilheiro do time do treinador Hirofumi Yoshitake, com três gols, seguido por Fumiya Hayakawa, com dois.

Caso passe pelo Japão, o Brasil terá pela frente o vencedor do jogo entre Uruguai e Uzbequistão, que também se enfrentam neste domingo. Emerson Ávila deve escalar a Seleção com Charles; Wallace, Marquinhos, Josué e Misael; Emerson, Guilherme, Marlon Bica e Adryan; Hernani e Ademilson.

- As informações são do site Globo Esporte.com, G1.

Guarda-chuva com GPS e internet – Só no Japão!



- As informações são do site Japão em Foco.

     Seus passeios num dia chuvoso jamais serão os mesmos com esse fantástico guarda-chuva. Pileus Umbrella é um guarda-chuva desenvolvido pelos estudantes japoneses Sho Hashimoto e Takashi Matsumoto, da Universidade Keio.

     Com o Pileus é possível conectar-se à Internet, filmar, fotografar e ainda dá para usá-lo como bussola, para você poder se localizar, caso esteja perdido. O guarda-chuva possui uma câmera embutida, sensor de movimento, GPS, bússola digital e uma tela integrada na superfície, onde é projetado as fotos, vídeos e mapas.

     Ao tirar fotos com a câmera, as imagens são enviadas para o “Flickr” em dois minutos, através de uma conexão Internet sem fio. O guarda-chuva também oferece a opção de assistir videos do YouTube e a função Navigation Map 3D é realizado pelo “Google Earth”.

    É, já deu pra perceber que andar na chuva em país de primeiro mundo é outra coisa né. Só tem que tomar cuidado para que o usuário não tropece enquanto olha para a parte de cima do guarda-chuva.

sábado, 2 de julho de 2011

Montadoras do Japão mudam turnos para poupar energia

Paraná Online,
Agência Estado.

    A partir deste sábado, a Nissan Motor e outras montadoras japonesas estão trabalhando nos fins de semana e parando a produção na quinta e sexta-feira. A fábrica da Nissan, hoje, trabalha ativamente na montagem do carro elétrico Leaf e outros modelos. O turno de fim de semana é parte de um agressivo esforço nacional para combater a escassez de energia após o derretimento de reatores nucleares causado pelos recentes terremotos e tsunami no Japão.

   "Setsuden", ou "economize eletricidade", se tornou a principal palavra de ordem do Japão desde o desastre que atingiu a usina nuclear de Fukushima Dai-Ichi no dia 11 de março. O governo está pedindo que as grandes empresas reduzam seu consumo 15%.

   A reorganização dos turnos estará em vigor em julho, agosto e partes de setembro para economizar energia durante os períodos de pico de consumo. As informações são da Associated Press.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Brasil e Japão esperam avanços no processo de reforma da ONU



As informações são do site Terra Notícias e a da Agência EFE


    Os chanceleres do Brasil, Antonio Patriota, e do Japão, Takeaki Matsumoto, manifestaram na quinta-feira a confiança de que o processo de reforma da ONU possa avançar mediante uma proposta conjunta formulada com Índia e Alemanha. Esses quatro países, que integram o chamado G4, propõem aumentar o número de membros permanentes e não-permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas, embora sem precisar em quanto, explicou Patriota em entrevista coletiva junto a Matsumoto, que realizou nesta quinta uma visita oficial a Brasília.

Sede da ONU
    A proposta, cuja evolução foi discutida em reunião pelos dois ministros, já conta com o apoio verbal de mais de 100 dos 192 países-membros da ONU, disse Patriota. Em função desse apoio, Patriota e Matsumoto afirmaram que é possível pensar que, em um curto prazo, a proposta possa se transformar em "resolução" do Conselho de Segurança, a fim de que se comece então a discutir quantos novos assentos seriam abertos, tanto para membros permanentes quanto para rotativos. "Há movimentos claros em favor de uma reforma da ONU", disse Matsumoto, que chegou a Brasília procedente de Assunção, onde na quarta-feira participou como convidado da Cúpula do Mercosul.

    O chanceler japonês reiterou o interesse de seu país em iniciar um processo de diálogo com o Mercosul para um possível acordo de comércio e explicou que o Japão está convencido que o bloco será fundamental para ajudar no processo de recuperação da economia do Japão, prejudicada pelo terremoto que atingiu o país em março passado. Matsumoto também destacou o potencial agrícola dos países-membros do Mercosul e disse que um possível acordo com o bloco deveria incluir assuntos de investimento mútuo e cooperação na área tecnológica, na qual o Japão é referência mundial.

   Além disso, o chanceler japonês sustentou que o processo de recuperação da economia japonesa "segue muito mais rápido do que muitos esperavam" e ressaltou que o Governo de Tóquio está decidido a "transformar a crise" provocada pelo desastre "em oportunidades".